Humanização

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Linhas de Ação

 

1. Formação de Centros Integrados de Humanização nos diferentes níveis de atenção à saúde

 

A formação de Centros Integrados de Humanização tem por objetivo garantir a disseminação do conceito e da prática de humanização, favorecendo o trabalho em rede e contribuindo para a integração, a cultura do diálogo e da cooperação entre as unidades de saúde, no âmbito regional e nos vários níveis da rede. Devem, também, promover a multiplicação e capilarização dos processos de apoio e formação, assim como das ações de humanização.


São responsáveis pela instituição de espaços de discussão e troca de experiências do cotidiano local e pela formulação, implantação e monitoramento de planos regionais ou institucionais de humanização de forma participativa e colaborativa, que promovam intervenções e mudanças no fazer dos serviços de saúde.

 

 

2. Apoio Técnico e Formação em Humanização

 

O processo de Apoio Técnico e Formação em Humanização fundamenta-se em princípios metodológicos nos quais o conhecimento, a discussão, a problematização e a troca de experiências sobre necessidades e oportunidades locais são indissociáveis dos processos de transformação da realidade e das práticas dos serviços de saúde.


O objetivo do Programa de Apoio Técnico e Formação em Humanização é desenvolver, a partir da análise das experiências concretas das equipes de humanização, a capacidade de reflexão crítica e permanente da realidade na saúde de forma a promover mudança na prática de atenção e gestão em saúde. O conhecimento e manejo dos conceitos relativos à humanização fazem parte desse mesmo processo.


Os grupos de macrorregionais contam com apoio e acompanhamento do Núcleo Técnico de Humanização da SES e de uma equipe de profissionais distribuídos pelos grupos. Essa equipe, composta pelos Ativadores de Humanização, tem a função de acionar e intensificar o trabalho de Apoio e Formação, promovendo capacitação e integração das equipes direta ou indiretamente ligadas ao processo de implementação da PEH.

 


3. Monitoramento, Avaliação e Disseminação de Resultados

 

Processos de avaliação permanente e participativa dos resultados das políticas de saúde são fundamentais para a qualificação das ações e para a correção dos rumos de trabalho. Assim como são indissociáveis formação, conhecimento e transformação da realidade são também indissociáveis planejamento e avaliação dos processos de intervenção e melhoria das práticas de saúde.

 

O desenvolvimento de novas estratégias e a sustentação de ações exitosas, dependem da análise das mudanças alcançadas e do grau de disseminação das ações.

 

A PEH prevê a criação de um sistema de monitoramento e avaliação permanente e participativo, com definição de indicadores e metas. Sugere-se que tais indicadores e metas sejam definidos, acordados e incorporados aos contratos que regulam a prestação dos serviços entre unidades e secretaria de saúde.

 

A disseminação de boas práticas e a premiação dos serviços de saúde que reconhecidamente se destacam na qualidade da atenção à população considerando as diretrizes e parâmetros da PNH são formas de reconhecimento desses serviços e de facilitação do intercâmbio de experiências e troca de informações.

 

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